Em livro, Whindersson fala sobre vício em drogas após término com Luísa Sonza

“Eu também tive meu penhasco”, revelou o humorista em livro autoral.

Na última semana, Whindersson Nunes lançou seu primeiro livro, “Vivendo como um guerreiro”. Nele, o Youtuber conta a sua trajetória, as conquistas e também os percalços que passou até hoje. Em um capítulo chocante, ele fala sobre a sua relação com as drogas e sobre Luísa Sonza.

whindersson e luisa
Foto: Reprodução Instagram

O humorista conta que quando conheceu Sonza pela primeira vez, em 2017, estava sobre o efeito de drogas e viu Luísa “brilhar”. Ele também conta que foi o professor dela, que queria ensinar tudo que sabia para a cantora e desejava que ela tivesse muito sucesso.

“No dia que encontrei a Luísa, eu estava virado de droga, não estava bem, estava em busca de algo que eu não sabia(…) quando a vi pela primeira vez, eu a vi no efeito da droga. Eu a vi meio que brilhando. Foi o começo de uma viagem. Uma viagem de alguém que tem o instinto de professor. Eu queria passar tudo pra ela. Eu queria que ela desse certo na vida (…)”, contou.

“Minha viagem com Luísa durou quatro anos. Ela me ajudou muito com a minha autoestima (…) Quero bem a Luísa, quero que seus espaços sejam preenchidos com muito amor. Seu sucesso é de alguma forma um perfume que me lembra que é sempre bom cuidar das pessoas. E não quero que as pessoas destruam o que vivemos”, disse.

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Ele fala que quando “a viagem” [relacionamento] com a cantora chegou ao fim ele se destruiu nas drogas mais uma vez, mas frisa várias vezes que Luísa não tem culpa disso.

“Quando acabou com Luísa eu também tive o meu penhasco (…) Reconheço que errei, que as drogas foram me destruindo (…) Não havia mais intervalos entre as drogas. Eu acordava e desacordava para a vida. Eram drogas e mais drogas tentando estancar sei lá o que”, contou Whindersson.

“Eu tenho a certeza de que a Luísa não foi a culpada. E não foi por ela que me lancei no abismo. Foi por mim. Foi por um buraco dentro de mim (…) Bala, Lsd em doses cavalares e algumas outras — eu sofria tanto e achava que eu merecia(…) Eu tinha medo que essa fase [vício em drogas] pudesse voltar. E eu, às vezes, pensava que eu devia me internar. E meus amigos diziam que isso seria um prato cheio para a mídia. E eu também não queria que isso fosse um prato cheio para que as pessoa culpassem a Luísa. Não, definitivamente a culpa não foi da Luísa.”

Whindersson falou sobre como o término e a pandemia afetaram, ainda mais, sua saúde mental: “Quando acabou com a Luísa, era o comecinho da pandemia. Estar sozinho, não sair de casa, me levou a uma viagem que não é uma boa viagem. Sem saber o que fazer, na minha cabeça, para terminar a viagem, eu tive que terminar do jeito que eu comecei. E, dessa vez, foi muito pior”, contou.

Todas essas revelações foram feitas no último capítulo do livro, intitulado “Fim de Conversa“. 

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