Outdoors misteriosos sugerem a volta triunfal de Adele

Cidades da Inglaterra, Europa e dos Estados Unidos amanheceram com outdoors estampando o número 30; entenda.

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Nesta sexta-feira (01), diversos outdoors estampados com o número “30” foram espalhados por cidades da Inglaterra, Europa e dos Estados Unidos.

Fãs de Adele acreditam que se trata da propaganda do próximo álbum da cantora, que se chamaria 30, já que todos os discos lançados por ela tiveram um número como título, como o 19, 21 e 25, referente às idades em que ela lançou os projetos.

Há dias, a internet tem especulado sobre a volta triunfal de Adele, que desde 2015 não lança nenhuma música nova. Seu último trabalho, o álbum 25 foi premiado como Álbum do Ano no Grammy em 2017.

Outro rumor que começou a circular na web é que Taylor Swift teria adiantado o lançamento da regravação do álbum “RED” justamente para que a data não coincidisse com a chegada do próximo disco da britânica.

Nas redes social, o nome de Adele está entre os assuntos mais comentados. Fãs do mundo inteiro aguardam ansiosos pela volta da cantora.

PROCESSADA NO BRASIL

Recentemente, o sambista Toninho Geraes, responsável por composições famosas nas vozes de nomes como: Zeca PagodinhoDiogo Nogueira e Martinho da Vila, resolveu processar a cantora Adele.

De acordo com Toninho, a música “Mulheres”, um de seus maiores sucessos, imortalizada na voz de Martinho da Vila, foi plagiada pela cantora. Segundo ele, a faixa “Million years ago”, lançada por Adele no álbum “25”, de 2015, é uma cópia da música brasileira.

Fredímio Biasotto Trotta, advogado do compositor, enviou duas notificações extrajudiciais à cantora, à gravadora XL Recording, à Sony Music, e ao produtor e coautor da faixa, o americano Greg Kurstin, em fevereiro.

Até o momento, apenas a Sony brasileira deu retorno do contato e alegou que “esse assunto está atualmente nas mãos da XL Recordings e da própria Adele, já que a Sony Music era apenas distribuidora desse fonograma no Brasil, cujo contrato, inclusive, já está expirado”.

Com a ausência de respostas, o advogado decidiu tornar o processo público e deve entrar com a ação contra a cantora, a XL Recording e Kurstin em Londres, ainda no início de outubro, quando laudos feitos por músicos e maestros ficarão prontos.

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