Aline Riscado viraliza ao falar sobre tabu da menstruação

Durante uma live fazendo yoga, modelo acabou sujando sua calça branca de sangue.

Foto: Reprodução Internet.

A modelo, atriz, influenciadora digital e ex-bailarina do Faustão, Aline Riscado viralizou nas redes sociais.

Na última quarta-feira (18), Aline realizou uma live através do seu perfil no Instagram onde aparecia fazendo yoga.

Ela usava uma calça branca, menstruou e acabou sujando a roupa de sangue. Aline continuou a prática dos exercícios, mas no final da live comentou sobre o ocorrido.

Alguns internautas a criticaram, e ela afirmou que é normal, que as mulheres sangram, e que tem certeza que a situação vai ajudar outras meninas que sofrem com a insegurança e o tabu.

VEJA TAMBÉM:

—> Ed Sheeran anuncia lançamento de novo álbum e viraliza

—> Após alguns anos sem lançamentos, Lorde disponibiliza o álbum ‘Solar Power’

—> Após lançar nova música, Vitão desabafa sobre críticas que recebe na internet

Após a repercussão do assunto, ela fez uma publicação no Instagram. A influenciadora postou o vídeo da live e na legenda escreveu sobre a situação e disse que dessa vez a prática do yoga foi de uma forma ainda mais especial.

Ela disse que escreveu emocionada e cheia de gratidão por poder ser um “canal divino” para normalizar algo divino, que só acontece com as mulheres.

Aline ainda declarou que as pessoas não fazem ideia de como ela está se sentindo liberta neste momento e falou diretamente para as mulheres e meninas: “menstruação não é vergonha, não é nojento…. É o divino dentro de nós!!! Menstruação é vida e devemos ter muito orgulho de sangrar todos os meses”.

Ela finalizou o texto afirmando que tem muito orgulho de ser mulher e que menstruação é vida.

Nos comentários, diversas pessoas parabenizaram Aline pela atitude. As seguidoras afirmaram que o feito não foi libertador apenas para ela, mas para várias mulheres.

Aline Riscado afirmou que está planejando fazer uma live futuramente para abordar o assunto com mais calma e informar as pessoas sobre o “sagrado feminino”.

Acompanhar esta matéria
Notificação de
0 Comentários
Comentários embutidos
Exibir todos os comentários