Linn da Quebrada, Emicida e Djonga estão na programação do Festival MADA

Evento acontece em Natal, fortalecendo a diversidade e a equidade de gênero no line up.

Após dois anos sem realização devido à pandemia, finalmente o Festival MADA (Música Alimento da Alma) voltará para Natal (RN). Os shows estão marcados para os dias 23 e 24 de Setembro.

Foto: Reprodução Internet.

A 22° edição de um dos eventos mais esperados do Nordeste por fomentar a cena musical brasileira, colocando lado a lado, em palcos iguais, artistas emergentes e nomes consolidados reunirá atrações de diversos estilos musicais.

Estão confirmados: Don L, Linn da Quebrada, Emicida, Djonga, BaianaSystem, Afrocidade, Potyguara Bardo, Letrux, Gloria Groove, Boogarins, Terno Rei, Josyara, Luisa e os Alquimistas, Marina Sena e a cabo-verdiana Mayra Andrade são os nomes confirmados até o momento.

Dessa forma, o MADA fortalece a diversidade e a equidade de gênero no line up, e proporciona um evento para todas as idades.

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O festival acontece na Arena das Dunas, em Natal (RN), e terá como exigência para acesso o comprovante de vacinação com duas doses ou dose única, junto com documento de identificação com foto. Os valores dos ingressos vão de R$120 a R$400, na Sympla.

Considerada uma das vozes mais relevantes de sua geração, a cantora Mayra Andrade se apresenta no dia 24 de setembro.

O show, ainda inédito no Brasil, vai contar com convidados especiais para apresentar as canções de seu último disco Manga, lançado em 2019, além de outros sucessos que marcam a carreira da artista.

“Estou muito ansiosa e feliz de voltar ao Brasil. Quero retribuir todo o carinho que o povo brasileiro sempre demonstrou com meu trabalho e sanar a saudade após tanto tempo afastada por conta da pandemia”, diz ela que teve que cancelar os shows que faria aqui em 2020.

Mayra tem um trabalho reconhecido internacionalmente por uma mistura sonora peculiar, que tem como base a música tradicional cabo-verdiana. A ela foram somados uma grande influência da musicalidade brasileira, com a qual Mayra teve contato ainda criança, e outros ritmos introduzidos a partir de sua estadia em Portugal, onde a cultura lusófona se encontra.

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