Ex-cantor do K-pop, Seungri é condenado à prisão por incitar prostituição

Artista foi condenado a três anos de prisão na Coreia do Sul; entenda.

Foto: Reprodução Internet.

Na manhã desta quinta-feira (12), o nome do ex-cantor do K-pop Seungri, viralizou nas redes sociais e aparecia entre os mais comentados do Twitter.

O artista, que já fez parte do grupo Big Bang, foi condenado a três anos de prisão na Coreia do Sul.

Atualmente com 30 anos, Seungri respondia a nove acusações e foi considerado culpado em todas.

Mediação de prostituição, participação em jogos de azar e violação de transações de câmbio estão entre os crimes cometidos pelo artista, que também foi condenado a pagar 1,15 bilhão de won em multas, cerca de R$ 4,5 milhões.

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Ele é suspeito de solicitar prostituição pelo menos 29 vezes entre setembro de 2015 e janeiro de 2016 para investidores estrangeiros, além de ser denunciado por administrar ilegalmente a boate Burning Sun, onde os lucros eram revertidos para uso pessoal e jogos em Las Vegas.

Seu nome verdadeiro é Lee Seung-hyun e ele se aposentou do mundo do entretenimento em 2019, quando o escândalo se tornou público.

Desde então o caso está sendo investigado e uma série de acusações contra outros músicos e funcionários da antiga agência de Seungri, uma das maiores empresas de gestão de K-pop, tornaram-se públicas.

Artistas como Jung Joon-young e Choi Jong-hoon, foram condenados por agressões sexuais e estupro. Yang Hyun-suk, que gerenciava a banda Big Bang, também está sob investigação criminal.

Através das redes sociais, os internautas comemoraram o fato de o artista finalmente responder pelos crimes que cometeu, mas consideraram a pena muito pequena.

Com informações de O Globo.

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